A epifania de um blog

By emvogas

Caríssimos (e raríssimos) leitores,

Como vocês seguramente já notaram, nosso blog está fincado sobre a linguagem da charge (conexão palavra-imagem ou texto verbal-visual, para passar ao leitor sagaz uma mensagem crítica de maneira divertida e instigante). Por isso, até aqui, vimos buscando evitar  publicar textos escritos.

A despeito da enxurrada de linhas que dominou os últimos posts – tendo em vista o cumprimento de um trabalho acadêmico -, temos sido parcimoniosos com o uso da palavra escrita, a qual, afinal, é reconhecidamente a matéria-prima central [elementar] de todo blog que se preze, não por acaso considerada o principal instrumento de criação do universo dos blogueiros, assim como a imagem, a priori, estaria associada aos fotologs.

No nosso caso, porém, quando nos empenhamos na tarefa de começar a construir este espaço, concluímos que o seu uso não só se fazia dispensável como particularmente inconveniente, já que, forçoso é convir, pedir para um chargista explicar ou comentar o seu trabalho é quase tão inadequado quanto reclamar a um poeta que explique em voz alta o seu poema. A obra deve falar por si e, de preferência, falar distintamente a cada ouvido, olhar ou mente.

Bem, fazemos esse intróito apenas para esclarecer  razão que nos leva a fazer deste post uma exceção. É que há muito já vínhamos querendo dedicar um post a enaltecer o belíssimo trabalho que vem sendo realizado por duas de nossas colegas, Ludmila e Monica, num blog “coligado” [convencionado] ao nosso, o identidade epifanica, que pode sempre ser encontrado na nossa lista de blogs relacionados (linkado em nosso blogroll, para empregar o jargão próprio do meio).

Antes de tudo, queremos destacar que as duas primam pela competência precisamente naquilo que nós vimos nos esquivando de fazer: escrivinhar, palavrear, prosear, dissertar, em suma, explorar a palavra escrita. As duas o fazem com maestria, num estilo bastante autoral, muito embora eu deva admitir que encontre às vezes alguma dificuldade em discernir qual delas escreve o quê, não porque essa “identidade” que nos traz o título do blog seja de fato uma só na dupla, mas porque enorme é a “identificação” que encontram ambas na escolha das pautas e na linha de raciocínio que seguem ao discorrer sobre um tema qualquer ou naquilo que, como elas mesmas dizem, lhes causa “inquietação”. Assim, não se trata de uma identidade una, no singular, mas de duas identidades coesas, num plural compartilhado. Identidade compreendida, portanto, como “afinidade”, “reciprocidade”.

É claro que elas não são idênticas no estilo, porém estão em tamanha sintonia que conseguem projetar no próprio blog uma identidade própria, independentemente de quem assuma o teclado. Ao entrarem a fundo nas zonas mais cavernosas de cada tema, vê-se também que exibem um estilo direto e contundente, demonstrando maturidade, personalidade e, principalmente, propriedade para falar sobre o que falam.  Destilam suas reflexões e sua criticidade pelo blog com elegância, pertinência e fundamentação, o que pode ser comprovado pelos links, sempre em abundância nas mensagens e sempre encurtando a distância para informações complementares que de fato enriquecem o conteúdo. Por sua vez, a freqüência e a qualidade [pertinência] dos links reflete uma pesquisa prévia das autoras, uma pré-paração para abordarem as questões.

Os posts se assemelham a artigos, embora mais inclinados para o domínio literário da crônica, fundindo informações objetivas a respeito de um assunto com reflexões em torno dele (os fatos e as idéias que os rodeiam, as quais elas defendem ou rechaçam), agregando, ainda, opiniões e relatos pessoais de experiências relacionadas àquilo de que estão tratando, o que, além de imprimir aos textos um caráter de crônica, oferece ao leitor um olhar bastante pessoal acerca de cada questão que elas resolvem trazer à baila – passando do campo objetivo para o subjetivo e desse voltando ao primeiro em questão de poucas linhas; um e outro se interpenetram por entre as linhas imaginárias do texto na tela de plasma.

Assim, cada post é, na verdade, um convite ao navegante da blogosfera (explorador do ciberespaço) para atracar naquele porto epifânico por mais minutos do que costuma (e do que valeria a pena) ancorar a sua nave em cada escala da viagem [permanecer em cada parada ciberespacial]. O blog consiste, enfim, num espelho parcial da(s) identidade(s) que as duas carregam, isto é, a expressão da identidade das autoras e, mais que tudo, um túnel de acesso a segundos de epifania que elas nos presenteiam e convidam a experimentar. Este é o primeiro ponto alto. 

Ele só já nos saciaria, mas não é só. Além do belo estilo, um fator fundamental concorre para formar a mencionada identidade. É que, em vez de desperdiçar este talento escrevendo sobre assuntos sem nenhuma relevância, as duas, invariavelmente, capricham na escolha da pauta: via de regra, elas direcionam a sua lente para problemas sociais que normalmente passam incólumes ante a marcha da sucessão dos dias, que ultimamente têm sido tragados pelo nosso cotidiano avassalador, pequenos dramas rotineiros que, de tanto se repetir ou serem mecanicamente noticiados pelos canais da imprensa oficial, acabam caindo na vala do “comum” – desculpe-me, Malini, a conotação é outra – e, por extensão, do trivial, do natural, do esquecimento; tragédias cuja gravidade, de tão insistentes que são, acaba arrefecendo, perdendo os contornos berrantes, ganhando outros mais modestos, mais discretos, de rotina.

Daí a importância de haver sempre aqueles que reacendam com seu giz estes contornos e nos levem a recordar ou mesmo acordar para a gravidade de tais problemas. E é isso que, modestamente, elas vêm logrando fazer (sem superestimar, mas também sem subestimar o poder encerrado num blog como o delas, quanto a atingir subjetividades, sensibilizar indivíduos e ajudar a construir opiniões). É isso, sensibilizadoras potenciais, eis o que são as duas colegas blogueiras.

Curioso me lembrar agora de que, no início do semestre, ao incluir o identidadeepifânica na minha lista de blogs vinculados, fiquei um tanto indeciso quanto ao que deveria preencher no campo que solicita a descrição do blog a ser incluído. Na dúvida, acabei recorrendo à memória e optei por uma simplificação: Já conhecia a Ludmila de algum tempo por trabalhar, como ela, na Secretaria de Assistência Social do município de Vitória, onde funcionam diversos programas e onde ela é assessora de imprensa. Quanto à Monica, em conversa informal, descobri que tinha forte ligação (ou, pelo menos, interesse) em movimentos sociais aqui do Estado. Bem, juntei as peças e, assim como dois mais dois são quatro, concluí o seguinte simplismo: “blog sobre projetos e movimentos sociais do Espírito Santo” – e é assim que ainda deve estar lá, se alguém se animar a conferir, porquanto eu desde então não tenha feito a devida correção.

Pois o fato é que, como as próprias autoras anunciam em seu blog, essa definição, na verdade, é muito mais profunda e subjetiva do que a que eu metidamente pressupus. Está lá, em “Sobre ientidade epifânica”:  “nosso blog é sobre tudo, ou qualquer coisa, que nos causa alguma inquietação”. Bem, diante de um objeto de preocupação [uma “editoria” de recorte] tão abrangente, é claro que as pautas abordadas não poderiam deixar de ser vastas e diversificadas,  percorrendo desde a ação predatória da Aracruz Celulose contra o meio-ambiente e os povos indígenas que a ele pertencem, até as lutas pela erradicação do trabalho e da exploração sexual infantil e a denúncia da situação calamitosa vivida (?) pelos usuários da saúde pública nos hospitais estaduais da Grande Vitória.

O mais importante de tudo é a sensibilidade com que as duas escrevem e que é, em última instância, o traço predominante que confere ao blog sua identidade.  Sensibilidade que perpassa cada texto, e que para mim é particularmente notável no post “Apesar de Santo, não é um céu”, do qual, abaixo, tomei a liberdade de transcrever um trecho:

“Pois é, fui ao Hospital São Lucas recentemente e o que vi no maior hospital público do Espírito Santo não me deixou apenas inquieta, mas revoltada. Primeiro porque a direção do Hospital não permite que a impressa entre e registre o caos que é aquele lugar. Por motivos pessoais, infelizmente não pude fotografar ou filmar. Mas posso contar o que o vi”.

O post cativou a minha atenção por uma razão muito simples: reconheci-me perfeitamente no relato de Ludmila (ou Monica?), uma vez que já estive exatamente no lugar em que ela esteve (querendo dizer no local e no papel). Foi quando, há um ano exato, estava ajudando a produzir o “Primeiro Mão”, jornal impresso experimental mais respeitado do curso de Comunicação da Ufes. Na edição n° 102, a reportagem de capa foi um especial que, junto com alguns colegas, escrevi sobre a situação da saúde pública no Estado, com ênfase no caos hospitalar. Para tanto, me coube “visitar” alguns dos hospitais da rede estadual, destacando-se o próprio São Lucas. Ali, tal como Ludmila, pude presenciar uma situação que já tinha início com um tom dramático nas filas de espera pelo “pronto” atendimento e que só ia se agravando conforme íamos penetrando pelos corredores internos do hospital.

Pois o caso é que, indo um pouco além da colega, talvez impelido pela necessidade, pelo instinto (o tal “faro jornalístico”) – e, mormente, pela vontade de externar aquele quadro, me propus a adentrar clandestinamente as dependências do São Lucas. Passando-me por acompanhante de uma senhora que aguardava atendimento num dos corredores externos – esquecida no chão em uma maca qual fosse um dejeto humano – e com cuja parente havia travado conhecimento (puxado um dedinho de prosa) durante a espera interminável –, súbito me vi mergulhado naquele mar (estreito, muito estreito) de gente, angústia e sofrimento humano. De fato, conforme afirmou a minha colega, eles não permitem filmagem, gravação ou qualquer tipo de registro no interior do hospital; mesmo assim, como já havia chegado incógnito e ileso até ali e já estava mesmo me arriscando, decidi arriscar-me ainda mais e, ignorando a proibição, tratei de sacar da mochila a câmera digital.

Por breves instantes, pela primeira vez na carreira de jornalista sequer iniciada (portanto, pré-carreira), me vi em uma situação concreta confrontado com o dilema: ¿se fotografar essas pessoas, estarei lhes trazendo um benefício, ou a outros como eles, ainda que indiretamente, uma vez que estarei denunciando aquela situação, ou, ao contrário, a minha irrisória matéria de nada servirá, jamais chegará perto de deflagrar uma mudança efetiva e substancial naquele quadro (considerando a nossa circulação, sequer fará cócegas no governo), por melhores que sejam as minhas ingenuamente heróicas intenções  e, sendo assim, o que eu aqui estou a fazer não vai além de explorar em vão a dor alheia, exatamente aquilo que tanto repudiamos nos veículos da grande mídia em sala de aula e nas rodas de bate-papo, visando tão-somente a auto-promoção e a vendagem de mais exemplares do jornal que represento? Superada essa breve hesitação, acabei optando pela primeira alternativa– até porque a idéia de vender mais jornais estava absolutamente excluída, visto que o “Primeira Mão” possui uma tiragem baixíssima e é distribuído gratuitamente pelo campus. Convenci-me então – e creio ainda hoje, sinceramente – que podia estar desempenhando um trabalho importante e de interesse social.

Assim, lá fui eu dar os meus clicks. Durante essa operação, a máquina que eu portava camuflada quase me foi tomada por uma enfermeira atenta, que, desconfiada do meu expediente, veio tirar satisfações comigo, pois a cada click disparado seguia-se um flash escandaloso, bastante contra-indicado para quem pretendia ser discreto, o qual, estupidamente nervoso, não consegui desativar ali na hora.  É claro, neguei (e negaria até a morte) saber do que falava a enfermeira.

Bem, o mais importante na história é que, no fim, fui bem sucedido em tirar as fotos que almejava e, confiante na ótima memória – bloquinho de anotações em punho já seria brincar demais com a sorte, a menos que eu arrumasse um jaleco e me passasse por enfermeiro preenchendo prontuários –, fui-me embora para, em seguida, reunindo os outros dados levantados, redigir a minha parte da matéria. O caso, porém, é que a experiência vivida nessas inexpressivas nem duas horas que passei lá no São Lucas foi de tal intensidade que, ao sair de lá, e mesmo durante a redação do texto, precisei encontrar alguma forma de verbalizar aquele emaranhado de sensações negativas, as piores possíveis.

O meio que encontrei para exprimi-las foi uma crônica, justamente à maneira dos textos que as meninas tão bem escrevem no identidade epifanica. O texto me tomou de assalto em meio ao texto de teor mais jornalístico que eu começara a escrever. Quando comecei a redigi-lo, queria lhe dar feições um pouco mais literárias, mudei um pouco o estilo, as palavras fluíram naturalmente como líquido, como um córrego inundando o editor de texto; quando fui me dar conta, a crônica ganhara vida própria, era um texto interno a outro, que, por si, já encerrava o trabalho.

Contudo, inseguro quanto a meu dever, se podia pôr um termo no trabalho (afinal, havia apurado tanto), retomei o texto mais informativo do início. Assim, no final tinha dois textos, em estilos totalmente diferentes, mas que, cada qual à sua maneira, expressavam muito bem a gravidade da situação que me dispusera a retratar. É lógico, porém, que o espaço que me iriam conceder era, como de praxe, reduzido, não sendo possível a publicação de ambos, o que me forçava a uma cruel escolha.

Entre um e outro, literatura realista ou jornalismo, acabei preferindo o segundo. E acabei me arrependendo. Deveria ter publicado a crônica. O espaço que me restou no fim era ainda menor do que eu temia e a reportagem que se pretendia “profunda” acabou virando a mais rasa. Como sou adepto à idéia de que não se deve fazer arroz com feijão ralo quando se poderia ter feito macarronada – quem pode fazer macarronada jamais deve contentar-se com menos –, acabei de todo frustrado com o “produto final”.

Antes tivesse prestigiado a crônica, um texto menor, mais condensado e mais focado, trazendo a observação participante de uma cena de terror escancarada, uma chaga social mal suturada nas entranhas daquele hospital, um olhar de perto sobre um trecho da tragédia humana que ali se desenrola todo dia (de alguém que não faz parte da peça e invadiu a cena pelos fundos).

O mesmo texto que, ainda inédito, divido agora com vocês, para quem sabe inaugurar a divisão mais literária deste blog. Para ilustrar a crônica, reedito um desenho já publicado neste espaço. É a charge do “Estado Terminal”, para dar continuidade à série “Especial Transcol” que iniciei na quinta-feira, agora acrescida de um novo detalhe, que não vai passar alheio ao leitor minimalista – a mesma que Ludmila e Monica analisaram e que lhes serviu como pretexto para escreverem outro texto excelente, dessa vez indignadas com o Transcol.

Assim, vai como outra forma de fazer menção e retribuir à dupla,  para quem já desenhei sob encomenda (a charge do Cesar Colnago, postada aqui em maio). Espero novos convites para reeditar a parceria. Vocês, minguados leitores, fiquem com o texto e a ilustração: 

Crônica:

“De onde a dor não corre”

Uma quarta feira qualquer. O relógio marca uma e meia da tarde. Chegamos ao São Lucas e vamos adentrando o hospital. A sala de espera não está tão cheia, mas basta caminharmos um pouco por um tênue corredor para que uma cena nos chame a atenção. Uma senhora estirada numa maca, costas praticamente rentes ao chão, espera junto a uma porta cerrada o seu “pronto” atendimento. Entre gemidos, preces e murmúrios incompreensíveis, reclama de muitas dores na coluna e mal consegue se mover. Maria Tereza Pinto – aparentando ter os seus 50 anos – explica que, ao ser surpreendida pelas dores no início daquela manhã, dirigiu-se diretamente à unidade de saúde de seu bairro, Itacibá, em Cariacica – onde não há hospitais. De lá, encaminharam-na para o São Lucas. A ambulância a havia trazido e despejado ali no corredor. A irmã mais nova e acompanhante ajunta que a espera já se prolongava por mais de uma hora. E ainda se prolongaria mais um pouco, até que um médico, parecendo chegar para o expediente, vem pelo corredor e se detém defronte àquela porta, logo a “convidando” a entrar para a consulta. Ajudando no arraste da maca, entramos como acompanhantes e presenciamos todo o procedimento. Logo após um breve exame sobre a “chapa” que trazia a paciente, o doutor anuncia uma hérnia de disco, não sem antes alegar que a pobre não deveria ter se dirigido ao São Lucas – hospital oficialmente destinado a atender os casos de traumas e queimaduras. Como já não adiantavam explicações, tratou de transferir Dona Tereza para o ambulatório do hospital, para que pudesse tomar soro e amenizar a dor que a dominava. Seguimos juntos, sempre arrastando a maca. A sala é contígua ao corredor interno. A porta que lhe dá acesso é como o portal do purgatório, a senha para um quadro de horror. Logo assomam à mente as palavras de uma visitante, no primeiro corredor por que entramos, ao descrever a situação do lado interno: “Você deve tomar cuidado para não tropeçar nas pessoas”. Constatamos que não estava exagerando. Ao longo de todo o profundo corredor, gente se amontoando em camas que transbordavam dos quartos do hospital. Na falta de camas, colchões que se espremiam de ambos os lados do corredor, tornando ainda mais estreita a distância entre as duas paredes. Os pacientes à espera, por algo que talvez jamais viria. Alguns em estado de esperança; outros, em estado terminal. Todos em estado lamentável, dividindo o mesmo sofrimento. Todos figurantes na tragédia humana em ato único de que a dor é a protagonista e o quadro, de calamidade. Aqui e ali, vamos desencavando as histórias. A mãe que já contava três dias colada ao leito da filha, que se recobrava de uma pneumonia; a senhora que, estirada sobre o seu colchão, aguardava apreensiva o momento da cirurgia para extrair um tumor cerebral. Lenta e melancolicamente, a passos para lá de arrastados, uma enfermeira jovem e envelhecida percorre o corredor em toda sua extensão, a realizar os procedimentos necessários para cada um dos que ali vão agonizando. Estanca em frente a um senhor muito idoso e muito enfermo; na parede, pouco acima da linha horizontal do corpo, prega um papelote improvisado e deprimente, que contém a identificação do seu dono e que, assim como ele, parece não se agüentar em pé, desligando-se aos poucos daquilo que lhe prende ali. Definitivamente, não é um lugar recomendado para os frágeis ou muito sensíveis. Não obstante, meia hora ali bastou para sabermos que, mesmo aos corações mais rijos, não resta escolha senão se curvar diante de um quadro tão desesperador. Nenhum insensível escapa ileso a alguns passos por aquele corredor de onde nunca corre a dor.

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5 Respostas para “A epifania de um blog”

  1. wlmansur Disse:

    Olá!
    Vitor passando pra parabenizá-lo pelo blog, mt bacana as charges e os textos, só um pouquinho grandes pra linguagem de internet,,,rsrsrsrs
    Enfim, queria dizer q estamos sumidos do CRJ e consequentemente do Cine, por motivos de final de período, e também por algumas debilidades financeiras, pois sem RU ta difícil ficar o dia todo fora de casa…desculpas pela ausência minha e da Taty…qlq novidade me liga…abração

  2. ludmonica Disse:

    Olá, Vitor,
    nessa curta e inicial caminhada de blogueira, sua análise do nosso tímido blog “Identidade Epifânica” é um estimulo para dar continuidade à “forma escrita” do nosso olhar sobre a sociedade. Se poucas foram as visitações ao nosso blog, não importa!Sua descrição sobre nossos posts evidencia que temos um companheiro, parceiro que entendeu e definiu, melhor do que nós, a essência do nosso projeto de blog. E apesar de sua experiência no São Lucas não ter sido este ano, a crônica, infelizmente, é bem atual. E,mais uma vez, parabéns pela criatividade e pelo olhar atento e crítico, tão bem expressado neste blog! Espero que novos convites sejam aceitos por vc!
    abr
    Ludmila

  3. Isabela Disse:

    Adoro as charges! AS CHARGES!! rsrs

  4. Affotadrear Disse:

    Heh.. Are you attempting to play with my huge aids I have a nice joke. What farm animal is a cannibal? A Cow, it eats it’s fodder!

  5. Qpfxflsg Disse:

    Thanks!,

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